"Um grande amor só pode existir à sombra de um grande sonho..." Mas quantos desses sonhos ficam perdidos no tempo...
29/11/03
28/11/03
27/11/03
RESPOSTA
Já recebi um email e de seguida um telefonema, de alguém que leu o meu post sobre "Alguns dos motivos porque os homens gostam tanto das mulheres."
Disse-me: Gosto de ti por tudo isso. Pela forma como te aninhas no meu peito, pela forma como me beijas, porque cabes nos meus braços, como encontras a minha mão, o brilho dos teus olhos nos "nossos momentos"...
Tenho que te dizer, encheste o meu ego! Adorei! Daqui te mando um beijo, pela forma como gostas de mim. Por existires!
Já recebi um email e de seguida um telefonema, de alguém que leu o meu post sobre "Alguns dos motivos porque os homens gostam tanto das mulheres."
Disse-me: Gosto de ti por tudo isso. Pela forma como te aninhas no meu peito, pela forma como me beijas, porque cabes nos meus braços, como encontras a minha mão, o brilho dos teus olhos nos "nossos momentos"...
Tenho que te dizer, encheste o meu ego! Adorei! Daqui te mando um beijo, pela forma como gostas de mim. Por existires!
SERÁ VERDADE?
Recebi um email de uma amiga, com uma lista cujo título é:
"Alguns motivos pelos quais os homens gostam tanto das mulheres". Achei engraçado e agradou-me, não fosse eu mulher, mas será que eles (homens) pensam mesmo assim? É possivél que uma minoria pense e sinta assim. Mas a maioria deles, desculpem-me, mas não acredito!!!
Homens, admitam lá...
Aqui vão algumas passagens do dito email:
"O jeitinho que elas têm de encontrar sempre o lugarzinho certo no nosso ombro."
"A facilidade com que cabem nos nossos braços."
"O jeito que têm de nos beijar e, de repente, fazer o mundo ficar
perfeito."Pensando bem, só o modo de nos beijarem já basta.
"O jeitinho de dizerem: estou com saudades."
"O modo que têm de encontrar sempre a nossa mão."
"O brilho nos olhos quando sorriem."
"Elas levam horas para se vestirem, mas no final vale a pena."
Minhas amigas, como tudo seria diferente se eles pensassem, de facto, assim...
concordam?
Recebi um email de uma amiga, com uma lista cujo título é:
"Alguns motivos pelos quais os homens gostam tanto das mulheres". Achei engraçado e agradou-me, não fosse eu mulher, mas será que eles (homens) pensam mesmo assim? É possivél que uma minoria pense e sinta assim. Mas a maioria deles, desculpem-me, mas não acredito!!!
Homens, admitam lá...
Aqui vão algumas passagens do dito email:
"O jeitinho que elas têm de encontrar sempre o lugarzinho certo no nosso ombro."
"A facilidade com que cabem nos nossos braços."
"O jeito que têm de nos beijar e, de repente, fazer o mundo ficar
perfeito."Pensando bem, só o modo de nos beijarem já basta.
"O jeitinho de dizerem: estou com saudades."
"O modo que têm de encontrar sempre a nossa mão."
"O brilho nos olhos quando sorriem."
"Elas levam horas para se vestirem, mas no final vale a pena."
Minhas amigas, como tudo seria diferente se eles pensassem, de facto, assim...
concordam?
26/11/03
FILME
Ontem vi um filme na RTP1, que aconselho. O titulo é "I Am Sam", com Sean Penn, que faz um papel fantástico, de deficiente, com uma capacidade mental de uma criança de sete anos. Tem uma filha, que lhe é tirada pelo Gabinete de Apoio à Criança, por acharem que não tem capacidades para criar e educar uma criança. Pede ajuda a uma advogada, interpretada por Michelle Pfiffer, para conseguir recuperar a filha, com quem tem uma relação de amor, amizade, compreenção e cumplicidade, digno de se ver. Travam então uma luta renhida em Tribunal.
Os diálogos entre ele e a advogada são fantásticos. A certa altura ele diz-lhe "vocês, os normais, não sabem o que é sofrer...", e então a advogada fala-lhe nos seus problemas na sua vida pessoal e familiar, com o marido e o filho.
Nós os normais, ou que pensamos que somos, achamos que temos problemas, que a vida é complicada...não, nós é que a complicamos. Vale a pena ver o filme, uma grande lição para nós, os "normais"!!!
Ontem vi um filme na RTP1, que aconselho. O titulo é "I Am Sam", com Sean Penn, que faz um papel fantástico, de deficiente, com uma capacidade mental de uma criança de sete anos. Tem uma filha, que lhe é tirada pelo Gabinete de Apoio à Criança, por acharem que não tem capacidades para criar e educar uma criança. Pede ajuda a uma advogada, interpretada por Michelle Pfiffer, para conseguir recuperar a filha, com quem tem uma relação de amor, amizade, compreenção e cumplicidade, digno de se ver. Travam então uma luta renhida em Tribunal.
Os diálogos entre ele e a advogada são fantásticos. A certa altura ele diz-lhe "vocês, os normais, não sabem o que é sofrer...", e então a advogada fala-lhe nos seus problemas na sua vida pessoal e familiar, com o marido e o filho.
Nós os normais, ou que pensamos que somos, achamos que temos problemas, que a vida é complicada...não, nós é que a complicamos. Vale a pena ver o filme, uma grande lição para nós, os "normais"!!!
25/11/03
O LAÇO E O ABRAÇO
Como é engraçado!...
Nunca tinha reparado como é curioso um laço...
Uma fita dando voltas? Enrosca-se...
Vira, revira, circula e pronto: está dado o laço.
É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço.
É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido, em qualquer coisa onde se faça.
E quando se puxa uma ponta, o que acontece? Vai escorregando devagarinho, desmancha, desfaz o abraço.
Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido.
E na fita, curioso, não faltou nenhum pedaço.
Ah! Então é assim o amor, a amizade. Tudo que é sentimento? Como um pedaço de fita?
Enrosca, prende um pouquinho, mas pode desfazer-se a qualquer hora, deixando livres as duas pontas do laço.
Por isso se diz: laço afectivo, laço de amizade. E quando alguém se desentende, diz-se: romperam-se os laços. E saem as duas partes, sem perder nenhum pedaço.
Então é isso o amor...
Não prende, não escraviza, não aperta, não sufoca.
Porque quando se torna nó, já deixou de ser laço...
Como é engraçado!...
Nunca tinha reparado como é curioso um laço...
Uma fita dando voltas? Enrosca-se...
Vira, revira, circula e pronto: está dado o laço.
É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço.
É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido, em qualquer coisa onde se faça.
E quando se puxa uma ponta, o que acontece? Vai escorregando devagarinho, desmancha, desfaz o abraço.
Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido.
E na fita, curioso, não faltou nenhum pedaço.
Ah! Então é assim o amor, a amizade. Tudo que é sentimento? Como um pedaço de fita?
Enrosca, prende um pouquinho, mas pode desfazer-se a qualquer hora, deixando livres as duas pontas do laço.
Por isso se diz: laço afectivo, laço de amizade. E quando alguém se desentende, diz-se: romperam-se os laços. E saem as duas partes, sem perder nenhum pedaço.
Então é isso o amor...
Não prende, não escraviza, não aperta, não sufoca.
Porque quando se torna nó, já deixou de ser laço...
ANTES
O tempo subitamente solto pelas ruas e pelos dias, como a onda de uma tempestade a arrastar o mundo, mostra-me o quanto te amei antes de te conhecer.
Eram os teus olhos, labirintos de água, terra, fogo, ar, que eu amava quando imaginava que amava. Era a tua voz que dizia palavras da vida. Era o teu rosto. Era a tua pele. Antes de te conhecer, existias nas árvores e nos montes e nas nuvens que olhava ao fim da tarde.
Muito longe de mim, dentro de mim, eras tu a claridade.
(José Luis Peixoto)
O tempo subitamente solto pelas ruas e pelos dias, como a onda de uma tempestade a arrastar o mundo, mostra-me o quanto te amei antes de te conhecer.
Eram os teus olhos, labirintos de água, terra, fogo, ar, que eu amava quando imaginava que amava. Era a tua voz que dizia palavras da vida. Era o teu rosto. Era a tua pele. Antes de te conhecer, existias nas árvores e nos montes e nas nuvens que olhava ao fim da tarde.
Muito longe de mim, dentro de mim, eras tu a claridade.
(José Luis Peixoto)
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