E as «figurinhas» tristes que alguém fez por estas bandas, ontem à noite??
Só visto porque contado nem dá para acreditar!
Ou o senhor é mesmo um grande «lambe-botas»... ou esforça-se bastante.
Isto é só rir!
Baah!!
"Um grande amor só pode existir à sombra de um grande sonho..." Mas quantos desses sonhos ficam perdidos no tempo...
30/09/05
Desculpem lá, mas esta não me sai da cabeça:
"Só eu sei...porque não fico em casa!"
"Só eu sei...porque não fico em casa!"
E porque é que não ficaram? Assim como o Liedson, a ver o jogo pela televisão, e a rir que se farta!!
Que fique registado que não vi o jogo, tenho por hábito só ver grandes clubes a jogar, como o meu Benfica, e futebol de qualidade, como o jogo do Braga ontem. Perderam injustamente!
Aquilo que sei do jogo do Sporting, foi-me transmitido por sportinguistas, que não me pareceram nada satisfeitos. Não sei bem porquê, mas pronto!
Só digo isto, porque na quarta feira passada, no dia a seguir ao Benfica ter perdido com o Manchester, havia por aqui muita gente a «cantar de galo». Uns perderam o "piu" na quarta feira à noite e os outros...ontem!!
Pois...
29/09/05
Fica-me...
E quando te deixo, fica-me sempre este sabor de algo inacabado. Que foi interrompido!
Fica-me sempre esta vontade de ti, que não acaba. Que nunca serás capaz de esgotar.
Fica-me a vontade desse corpo onde me perco, que descubro devagarinho, que sinto em mim. O sabor da tua pele na minha boca. O cantar da tua voz no meu ouvido. O teu toque no meu corpo.
E tu sorris quando te peço mais!!
Dás-me mais um minuto...
Mais um minuto para te sentir, em que me fixo apenas no teu corpo, e na magia desses instantes, sentada ainda sobre ti! Para lá do tempo, das noites, do desejo, do prazer, da vontade.
Mais um minuto...
O meu amor - tudo o que te quero dar - tem tempo contado!
A minha vontade de ti não tem hora nem tempo marcado, é sempre igual, dia após dia. Apeteces-me hoje, como ontem...como amanhã. Sempre!
Mais um minuto para te amar...
Fica-me sempre esta vontade de ti...
Fica-me sempre esta saudade, esta falta que me fazes e estas lágrimas que teimo, agora, em não deixar cair!!!
Fica-me sempre esta vontade de ti...
Fica-me sempre esta saudade, esta falta que me fazes e estas lágrimas que teimo, agora, em não deixar cair!!!
Tudo fica... só tu não!
Boa noite Charme.
Este poema começa por te comparar
com as constelações,
com os seus nomes mágicos
e desenhos precisos,
e depois
um jogo de palavras indica
que sem ti a astronomia
é uma ciência infeliz.
Em seguida, duas metáforas
introduzem o tema da luz
e dos contrastes
petrarquistas que existem
na mulher amada,
no refúgio triste da imaginação.
A segunda estrofe sugere
que a diversidade de seres vivos
prova a existência de Deus.
E a tua, ao mesmo tempo
que toma um por um
os atributos
que participam da tua natureza
e do espaço criador
do teu silêncio.
Uma hipérbole, finalmente,
diz que me fazes muita falta.
- Pedro Mexia -
com as constelações,
com os seus nomes mágicos
e desenhos precisos,
e depois
um jogo de palavras indica
que sem ti a astronomia
é uma ciência infeliz.
Em seguida, duas metáforas
introduzem o tema da luz
e dos contrastes
petrarquistas que existem
na mulher amada,
no refúgio triste da imaginação.
A segunda estrofe sugere
que a diversidade de seres vivos
prova a existência de Deus.
E a tua, ao mesmo tempo
que toma um por um
os atributos
que participam da tua natureza
e do espaço criador
do teu silêncio.
Uma hipérbole, finalmente,
diz que me fazes muita falta.
- Pedro Mexia -
28/09/05
Amo-te tanto meu amor...não cante
O humano coração com mais verdade...
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.
Amo-te enfim, de um calmo amor prestante
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.
Amo-te como um bicho, simplesmente
De um amor sem mitério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.
E de te amar assim, muito amiúde
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.
- Vinicius de Moraes -
O humano coração com mais verdade...
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.
Amo-te enfim, de um calmo amor prestante
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.
Amo-te como um bicho, simplesmente
De um amor sem mitério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.
E de te amar assim, muito amiúde
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.
- Vinicius de Moraes -
27/09/05
26/09/05
Fim de semana
Sábado, levantei-me relativamente cedo, depois do pequeno almoço e de um café, comecei a fazer as limpezas lá em casa. Passei o dia nesta tarefa. Perto das oito horas ligam-me a convidar para vir jantar a Lisboa. Assim fiz! Passamos umas horas a conversar, sem ser de trabalho.
Domingo, dormi até «tocar com o dedo». Quando acordei, depois de me arranjar e como estava sózinha, não me apeteceu fazer almoço. Onde ir almoçar?
Peguei na chave do carro, na última Visão que ainda não tinha lido, e fui direitinha à Serra da Arrábida. O dia estava lindo, e a vista lá de cima é realmente de tirar a respiração. A certa altura parei o carro e deliciei-me com aquela paisagem. Cá em baixo as praias, a água de um verde transparente, passando pelo verde-esmeralda, até atingir o verde escuro. Ao fundo Tróia e Setúbal. A certa altura, no infinito, o azul do céu misturava-se com os vários tons de verde do Sado. Estive por ali bastante tempo, a observar toda aquela beleza, o pensamento tão longe, como tudo o que a minha vista alcançava!
Por momentos o meu olhar tocou o Portinho da Arrábida e pensei: É ali que vou almoçar! Se bem o pensei, melhor o fiz. Passei pela praia, e ali estive um bocado a ler e a disfrutar daquele sol.
De seguida meti-me de novo no carro, e fui tomar um café e comer uma deliciosa torta de Azeitão.
Regressei a casa, e estive a ver um dvd de George Michael, que me ofereceram no sábado, para terminar aquele dia quase fantástico!
Quase...porque faltava-me algo, ou melhor alguém, que fiz questão de ter sempre comigo em pensamento para me fazer companhia e comigo disfrutar de toda aquela beleza.
E porque me fizeste falta, mandei-te uma sms...sem resposta!!
Sábado, levantei-me relativamente cedo, depois do pequeno almoço e de um café, comecei a fazer as limpezas lá em casa. Passei o dia nesta tarefa. Perto das oito horas ligam-me a convidar para vir jantar a Lisboa. Assim fiz! Passamos umas horas a conversar, sem ser de trabalho.
Domingo, dormi até «tocar com o dedo». Quando acordei, depois de me arranjar e como estava sózinha, não me apeteceu fazer almoço. Onde ir almoçar?
Peguei na chave do carro, na última Visão que ainda não tinha lido, e fui direitinha à Serra da Arrábida. O dia estava lindo, e a vista lá de cima é realmente de tirar a respiração. A certa altura parei o carro e deliciei-me com aquela paisagem. Cá em baixo as praias, a água de um verde transparente, passando pelo verde-esmeralda, até atingir o verde escuro. Ao fundo Tróia e Setúbal. A certa altura, no infinito, o azul do céu misturava-se com os vários tons de verde do Sado. Estive por ali bastante tempo, a observar toda aquela beleza, o pensamento tão longe, como tudo o que a minha vista alcançava!
Por momentos o meu olhar tocou o Portinho da Arrábida e pensei: É ali que vou almoçar! Se bem o pensei, melhor o fiz. Passei pela praia, e ali estive um bocado a ler e a disfrutar daquele sol.
De seguida meti-me de novo no carro, e fui tomar um café e comer uma deliciosa torta de Azeitão.
Regressei a casa, e estive a ver um dvd de George Michael, que me ofereceram no sábado, para terminar aquele dia quase fantástico!
Quase...porque faltava-me algo, ou melhor alguém, que fiz questão de ter sempre comigo em pensamento para me fazer companhia e comigo disfrutar de toda aquela beleza.
E porque me fizeste falta, mandei-te uma sms...sem resposta!!
Mas eu compreendo, porque afinal só lembramos e sentimos falta de quem gostamos!
Bom dia.
23/09/05
SURPRESA...
Nunca conseguirás sequer imaginar, o prazer que me dão estes almoços contigo!
Estava eu por aqui, muito solitaria, e toca o telemóvel.
Um convite para almoçar!
Fomos aqui perto, à beira rio, um restaurante pequeno, agradável, as imperiais fresquinhas e o arroz de polvo uma delícia.
Com quem fui??
Não é só alguém muito especial...é também uma verdadeira tentação!
Um desassossego!!!
Um desassossego!!!
Nunca conseguirás sequer imaginar, o prazer que me dão estes almoços contigo!
A tua presença marca. O sabor da tua voz fascina - quando falas de banalidades, ou quando dizes aquelas «coisas» que me deixam corada e com uma vontade louca de ti - o teu olhar despe, as tuas mãos apetecem!
Desejo-te!
Será que estou doida, meu Deus?
Estou sim...por ti!
Tenho-me deitado bastante tarde de há algum tempo a estar parte, porque o trabalho a isso obriga!
Ontem, foi dia de me deitar relativamente cedo. Eram duas da manhã, quando fui fazer companhia às minhas almofadas, que quase não tiveram tempo de me desejar boa noite, pois "apaguei" na hora!
Quando às sete horas o telefone me despertou, pensei cá para mim:
- Ainda ficava por aqui mais uma horinha.
Já aqui estou, para mais uma jornada.
Bom dia!!
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