09/01/06

Só agora, a esta hora já um tanto adiantada, me foi possível passar por aqui.
Não foi fácil - nada fácil - o dia de hoje por estas bandas.
Depois de um fim-de-semana que também não foi propriamente de descanso.
Sábado a seguir ao almoço vim para Lisboa toda a tarde.
Regressei a casa, só com tempo de tomar uma banhoca, mudar de roupa e tive um jantar na Pousada de S. Filipe, em Setúbal naturalmente. Estava uma noite fria mas limpa e a vista lá de cima, sobre Setúbal é realmente de tirar a respiração.
Domingo, deu-me uma vontade repentina e antes que me passasse comecei uma daquelas limpezas «à séria» lá em casa. Aproveitei o facto de estar sózinha para não ouvir aquelas reclamações "isto não é para deitar fora", "aquilo ainda me serve", etc., e fiz então uma limpeza de cima a baixo não poupando os armários e as gavetas. Quando às 19 horas dei a missão por terminada, estava realmente cansada. Mesmo assim não me deitei muito cedo.
Por aqui, hoje, foi trabalhinho até agora. Fechar o ano 2005. Pois é, vamos virar a página e dar então lugar ao 2006.

Mas hoje, hoje apeteceia-me escrever aqui alguma coisinha.
Não sei bem o quê!
Não! Não é verdade, sei o que me apetecia escrever. Sei o que tinha para dizer!
Mas porque ás vezes é preciso saber calar e superar as nossas vontades...!
Vou mesmo ficar por aqui.
É bem melhor...
Boa noite!

04/01/06

O ano está agora a começar e ontem durante o nosso almoço, falamos no pessimismo natural dos portugueses. Na verdade, acho que ao terminar mais um ano, os portugueses não têm muitos motivos para estar optimistas. Mas daí a sermos sempre pessimistas, é que não!
Sou optimista por natureza. Faço questão de ser.
Normalmente ando bem disposta, a rir e sempre a brincar. Ainda ontem quando aqui cheguei e entrei no nosso gabinete, dei um "bom dia e bom ano" aos colegas, disseram de imediato: "chegou o furacão"!
E nem de propósito hoje li este artigo que aqui partilho com vocês.

A noite e o dia
Há a noite e o dia.
E também há inúmeras horas de lusco-fusco, horas sem sol nem luz que de facto ilumine, em que as sombras e os objectos deformados, por isso mesmo, nos dizem, a nós que vivemos aqui neste Inverno, que a diferença entre a noite e o dia às vezes é pequena demais.
A noite e o dia costumam ser uma das metáforas fáceis para exprimir a dualidade constitutiva da realidade. Serve, por um lado, para ilustrar a polaridade de muitos fenómenos com que nos confrontamos e, por outro, para destacar, se a isso estivermos dispostos, a complementaridade das coisas que, num movimento perpétuo e incontrolável, apresentam configurações diferentes.
Alguns de nós, por razões que a organização perceptiva, o temperamento e a educação talvez chegassem para explicar, tendem a ver e a reter apenas um dos aspectos. Para muitos, talvez mesmo a maioria, a metáfora do dia a dia e da noite está sempre próxima da invernia, dos dias curtos, das noites longas, da luminosidade baça e só serve como imagem de acentuação de diferenças inconciliáveis e quase tristes.
O dia é a claridade ofuscante e tudo o resto que não chega lá, nem pode chegar, cabe na categoria da noite, essa sim, com os cambiantes todos que medeiam entre o breu e o chumbo.
Depois, há a visão dinâmica da mesma coisa. A compreensão, não só da sequência das horas e dos dias, mas também do ritmo das estações, das mudanças que acontecem porque sim, sem intervenção nossa, sem paragens nem descanso. Os dias limpos, as noites gloriosas, os pores-do-sol para guardar como recordação, o sol do meio-dia a quase ferir a terra e a pele e tudo o resto que é imenso, colorido, belo e tão conhecido como mágico.
Parece rematadamente injusto que as pessoas, tantas pessoas, de uma realidade complexa, mesmo que expressa numa metáfora simples, escolham a perspectiva mais imóvel, mais derrotista e que, ainda por cima, menos lhes convém.
Sabemos todos que a seguir à noite vem o dia, que o Inverno acaba e um Verão esplendoroso há-de chegar, um qualquer dia. Desse conhecimento incontornável, aproveitamos pouco quando se trata de o aplicar a nós, à nossa vida, aos nossos insucessos e infelicidades. Somos capazes de jurar, cheios de convicção, que depois do último desastre pessoal a vida será definitivamente trágica ou insignificante, que o sol não poderá jamais nascer e brilhar para nós, que estamos destinados a caminhar nas trevas porque elas existem, nós também e há um plano universal montado para que assim seja.
Para lá do absurdo da coisa, para lá da dor virulenta e depressiva em que, de facto, tantas vezes se mergulha, tem de estar a certeza que, mesmo sem nenhum mérito da nossa parte, o sol nasce todas as manhãs. Apenas porque assim é.

- Isabel Leal in Caras Psicologia -

03/01/06

Bem amiguinho, se hoje sentiste as orelhas bem quentes não te admires.
Depois do que eu ouvi por aqui...mesmo na minha frente!
Irra! Que invejosos!!
Não interessa agora o teu nome ou o que fazes, agora, neste momento.
Tudo que interessa é que contigo tudo permanece igual, o mesmo silêncio, a mesma urgência, o mesmo bater descompassado do coração, o mesmo gemido breve a marcar o alvorecer dos dias que caem, assustados, como se fossem gaivotas que vêm morrer ao areal.

- alexandre monteiro -

30/12/05

Sobre o champagne já dizia Napoleão:

"Nas vitórias é merecido.
Nas derrotas é necessário..."


Tchim, tchim, ao Novo Ano 2006!!!
Conto o tempo que passa
Primeiro em dias
Depois em horas
Finalmente em minutos
Como um obstáculo
Que me separasse de ti

E só quando chegas
Percebo afinal
Num momento fulgurante
Que o tempo é
Apenas um caminho

Que me leva sempre
Onde tenho de ir.

- Luís Ene -
O ano está quase, quase a acabar. Mais um que passou num "abrir e fechar" de olhos.
Abrimos portas ao Novo Ano 2006.
Normalmente, dou comigo a fazer uma análise do ano que passou.
O que fiz, o que não fiz e devia ter feito, o que foi bom, o menos bom, o que me magoou, o que me desiludiu, os sonhos que foram realizados e aqueles que ficaram pelo caminho.
A primeira conclusão a que chego - penso que de uma forma geral para todos nós - é que não foi um ano fácil.
Ao nível profissional, por aqui correu bem, foi um ano de muito trabalho, mas termina com a certeza de dever cumprido. Ainda houve tempo e muita vontade de dar uma «mãozinha» à minha amiga e ajudar a que um sonho dela seja amanhã uma realidade.
Penso que prejudiquei um pouquinho a minha familia no decorrer deste ano. Principalmente os meus pequeninos, devido às ausências que fui forçada a fazer por causa do meu trabalho. Nem sempre estive presente, embora tenha tentado compensa-los de alguma forma. Eu sei que não é possível, mas fiz o que pude. Espero que eles um dia, saibam e compreendam porque o fiz.
A nível pessoal, o ano não foi bom. Todos temos sonhos, uns que se realizam outros não. Talvez os meus sonhos voem demasiado "alto" e por isso não seja fácil realiza-los. Sei apenas, que nesse aspecto fracassei. Mas não perdi a esperança e continuo a manter alguns deles.
Foi um ano "pesado", difícil de carregar às costas! Houve mesmo momentos de um desalento total. Mas fiz sempre questão de ter um sorriso nos lábios. Sempre!
Os amigos que contavam comigo, não os desiludi! Estive lá, para o que foi necessário. Mesmo só com uma palavra, ou um abraço. Por vezes é só isto que temos para dar. Mas sei que só isto, quando é dado com amizade conta muito. Fala a experiência!!
Sofri algumas desilusões. Algumas mesmo difíceis de aceitar. Temos que sofrer o que não é bom, para darmos valor ao bom.
Não vou omitir o que foi, para mim, a parte mais difícil deste ano.
É terrível chegar à conclusão que não somos nada na vida de alguém que na verdade é tudo na nossa vida.
Eu não sou nada, e nada tenho, mas na simplicidade destes meus "nadas" eu dei tudo.
De uma forma sincera, sem obrigações, sem nada esperar de volta, só pelo prazer de dar o que tinha. O que recebi em troca, foi muito. Muito mesmo. Mais do que algum dia pensei receber. Sempre houve muita sinceridade pelo meio. Também houve algum egoísmo. Mas foi mais uma lição de vida. Só lamento a forma como terminou. Sempre achei que seria diferente.
Enganei-me. Mas isso também faz parte da vida! Cada um é como é, e ninguém tem que ser como nós gostariamos ou imaginamos.
Tenho a certeza que também eu desiludi. Resta aprender com os nossos erros.
Não há mágoas! Não há arrependimentos!
Há recordações bonitas que ficaram.
Há saudades do que foi bom.
Há uma grande paz em mim, no final deste ano 2005.
Uma grande esperança.
E a certeza no amanhã... no Novo Ano 2006.
BOM ANO PARA TODOS.
Acabei de ouvir na SIC Noticias que o nosso Primeiro Ministro, cancelou as suas férias na Suiça e antecipou o regresso a Portugal, devido ao facto de ter sofrido uma queda na neve. Isto é o que acontece quando as pessoas se põem a fazer aquilo que não sabem. E depois acontecem uns grandes "trambolhões".
Vamos desejar que as «quedas» do senhor PM se resumam às que ele teve na Suiça. Para não termos que «pagar» mais facturas.
Aliás, se ele fizesse como eu e ficasse em casa a passar o Fim de Ano, nada disto lhe teria acontecido.
Isto de se ter dinheiro para gastar na Suiça, é muito aborrecido e tem alguns inconvenientes!!!

28/12/05

Na verdade, tenho saudades de escrever...
Tudo o que sentia.
Só porque é verdade!!!

Agora vou mesmo embora.
Boa noite.
Penso que todos nós guardamos e conservamos algum objecto da nossa infância.
O que me tem acompanhado ao longo dos anos é uma almofada.
Isso mesmo. A minha almofada de criança, e estou a falar dos meus dois ou três anos de idade. Não é a almofada onde deito a cabeça, mas sim aquela em que durmo agarrada. Não por falta seja do que fôr, mas sim por vício, chamemos-lhe assim!
Ela tem sido a minha inseparável companheira ao longo de já alguns (?) aninhos.
Comigo partilhou os inocentes sonhos de criança, os medos, as doenças próprias da idade - a varicela, o sarampo, a papeira, uma hepatite - as revoltas quando pensamos que somos incompreendidos. Também foi a minha cumplice do primeiro amor na adolescência, em que acreditamos que estamos perdidamente apaixonadas e ficamos, no escuro a olhar o "nada" e adormecemos a sorrir. Partilhei com a minha almofada as lágrimas da partida para um País desconhecido, de que tinha medo e ao mesmo tempo uma grande curiosidade, e lhe prometi que fosse para onde fosse a levaria sempre comigo - cumpri a promessa. Mais tarde acompanhou-me nas lágrimas silenciosas das saudades grandes dos meus pais e da minha terra.
A expectativa do primeiro emprego, e o quanto me custou a adormecer na noite que antecedeu esse dia tinha eu apenas vinte anos.
Ela foi comigo quando me casei! E foi ela a primeira a saber quando descobri que ia nascer, dali a algum tempo, a minha «pequenissima» e certamente sentiu os seus primeiros movimentos, que mais tarde se tornaram mesmo uns pontapés deliciosos. Na minha segunda gravidez lá estava a macia almofadinha a partilhar comigo mais uma esperança de vida. O meu pequenino!
Mas também partilhou, muitas lágrimas, desgostos, desilusões, a perda dos meus avós!
Ela esteve sempre ali comigo, quando nos últimos tempos, lhe falei de alguém. E também, uma vez mais, me enxugou as lágrimas. Foi a companheira dos meus pensamentos. Sempre sem me interromper. Bastava-lhe estar comigo!
E não posso deixar de aqui registar, que das duas vezes que esse alguém esteve lá em casa, ali no meu quarto...ela lá estava também!
Penso que aprovou a minha escolha, e até amparou uma cabeça, que não era a minha!

Apenas nessas duas ocasiões, a partilhei com alguém!
E quando vou mais tarde para casa, a certa altura, lá está ela...a chamar por mim.
Até amanhã.
Calo a custo
as palavras que me falam de ti:
agarro-as uma a uma,
com todo o cuidado,
antes que se amontoem,
e reduzo-as a silêncio,
uma e outra vez.

- Luís Ene -
Ontem, por volta das cinco e meia da tarde, ligam-me a convidar para jantar. Por momentos e numa fracção de segundos, estive para agradecer e recusar. Mas pensei: porque não? E resolvi aceitar. Foi-me sugerido o "Solar dos Nunes".
Optei por lombinhos de porco preto com açorda d'alho, acompanhado por um fantástico tinto Quinta doVale Meão - se não me engano - nunca dou muita atenção aos vinhos pois confio sempre na escolha de quem me acompanha. Mas que era bom, lá isso era. Para terminar a refeição um leite creme que estava fabuloso.
Ás quatro da manhã, disse ao meu amigo:
- Como não sou Directora Geral de coisa nenhuma e amanhã tenho que ir trabalhar cedo, se não te importas vou até casa.
Ao que ele concordou desde que hoje fossemos jantar de novo, para conversarmos mais um pouquinho.
Respondi com um "nim"!! A ver vamos...!
Quando ia a caminho de casa, dei comigo a pensar, na noite agradável que na verdade passei. E que daria um ano da minha vida, para que a companhia que tive, fosse outra pessoa. Não porque o senhor não fosse uma óptima companhia, na verdade. Porque é!
Trocava o restaurante, o jantar, e tudo o resto. Bastava-me a companhia e um café.
E lembrei-me do telefonema que alguém me fez ontem ao final da tarde, onde a certa altura da conversa, me disse "só pensas nisso!".
Não, não é bem assim!
Aprecio uma boa conversa, e sou capaz de te dizer, exactamente o disse ontem a quem me acompanhava:
- Adorei este bocadinho e a companhia. Então até amanhã!
Só isso!!
Mas para que isto seja possível, alguém tem que apreciar também a nossa companhia. E isso nem sempre é fácil de acontecer.
É isso mesmo que vocês tão a pensar... "a vida nem sempre é como desejamos".
Então, bom dia!

23/12/05

Acendam as luzes do Natal...

porque uma grande imagem não fica apenas na mente,

mas no coração da Humanidade!!!

FELIZ NATAL
Mais uma noite em que a insónia foi minha companheira. O sono, de novo, escapa-me das mãos!
Sentada, em frente à minha janela - aquela que dá para o rio - reparo na imagem que se reflete nas vidraças da janela, e é como se aquele vidro me olhasse com ironia!
A noite está fria, o ruído do silêncio nesta sala ampla, mantém-me acordada. O silêncio é tão pesado, como a ausência do sono em mim.
Sento-me no cadeirão preferido - hoje mais do que nunca é o meu cadeirão - e deito a mão a um cigarro, que neste momento é o velho companheiro que me faz companhia e me trás alguma paz. Faço um esforço para que o pensamento não voe veloz para o «lugar» de sempre.
Á minha frente a Árvore de Natal pisca nas suas luzes multicolores, incansável! Nesta época do ano, há mais tendência em recordar de uma forma mais sentida, aqueles que amamos e que tanta falta nos fazem. E o pensamento, atravessa oceanos, até chegar ao Índico.
Somos uma familia numerosa e recordo o Natal com a casa cheia. Eramos cerca de vinte e quatro, entre avós, pais, filhos, tios, netos e sobrinhos. Alguns já "partiram" e não voltaremos a tê-los no nosso Natal, outros regressaram à terra que os viu nascer vinte anos após terem de lá saido. Não os vejo há dez anos! Dez longos anos, que não conseguirei recuperar nunca mais. E nesta época sinto a sua falta mais do que nunca. Crescemos juntos, vivemos sempre por perto até regressarem a Moçambique. Dei comigo a pensar que o meu filho não os conhece. Sabe quem são apenas por fotografia. Como o tempo passa...
Enquanto perdemos tempo com coisas tão pequenas e sem importância, esse tempo vai andando, sem que seja possível parar o relógio. Perde-se tempo com pensamentos absurdos, diálogos que não acontecem, monólogos sem respostas, alimentados por ideias idiotas, e continuamos a lutar contra o senso comum daquilo que pensamos que tem que fazer sentido. Deixamo-nos embrulhar em teorias de conflitos, feitos de vontades alheias, mesmo sabendo que vão contra os nossos príncipios, os nossos desejos.
Hoje sou uma pessoa diferente, penso por vezes que sou uma desconhecida que do passado, da criança e adolescente que fui, apenas mantem o nome.
Por todas estas conclusões a que chego, apetece-me recordar o que foi bom, o que valeu a pena, e aqueles que me dão o prazer da sua companhia. Recordar é como reler o príncipio. É como voltar ao começo. Á gargalhada sincera e espontânea. Ás brincadeiras. Á cumplicidade dos segredos. Ao primeiro amor que pensamos será eterno, e que com o passar do tempo vemos que afinal não é bem assim. Aos sonhos em que acreditámos, as ilusões que nos deslumbravam.
Tudo ficou para trás. Tudo passou!
Já à espreita está o sorriso da madrugada.
Antes que o sono chegue, digo adeus ao que ficou nas lembranças.
E já aconchegada no calor dos lençois, desejo um Feliz Natal aos meus que estão tão longe.
E que por momentos estiveram ali, tão perto de mim.
Estarão sempre!!!

22/12/05

Hoje ao almoço tivemos um encontro inesperado!
Lisboa é uma cidade muito pequenina...
Quem diria!!!
As dúvidas nascem dos silêncios...

Há silêncios tão «pesados» que não deixam dúvidas!!!
Há situações demasiado evidentes.
Acho que as mulheres têm um sexto sentido para perceber «coisas» que os outros pensam que nos escondem...
Principalmente quando já vimos o "filme", onde só os protagonistas mudam. Neste caso, só a actriz mudou!
O resto é tudo igual...!
O problema do silêncio é que amplia tudo.
Mas se precisares que te minta
dir-te-ei a mentira maior:
sei ser inteiro sem ti!

- pedro -

21/12/05

" O bem é relembrado;
o mal...sentido!"

- Textos Judaicos -
Ontem fui para a cama bastante cedo.
Devido aos medicamentos que ando a tomar, que me dão imenso sono.
Estava a ver o debate entre Cavaco Silva e Mario Soares e quase não conseguia abrir os olhos. Nem os nervos que me faz ouvir Mario Soares, conseguiram despertar-me.
Hoje acordei com uma tranquilidades e uma paz enormes.
Sinto-me bem.
Acabei de tomar um café, comi um «sonho» que a minha mãe fez ontem à noite e que estão uma delicia, segundo a opinião dos meus colegas que já esvaziaram a caixa que trouxe para eles provarem, e agora vamos voltar ao trabalho, porque isto por aqui não pára!!
Bom dia, mesmo com um sol envergonhado!